Jargões da área de tradução e sua definição

sexta-feira, julho 16th, 2021

No último final de semana, a equipe da Vernaculum teve o privilégio de participar como ouvintes nas palestras do 11º Congresso Internacional da ABRATES, evento focado em tradução e interpretação, e com certeza aprendemos muitas coisas, saindo todos revigorados, inspirados e com muito conteúdo novo e interessante para compartilhar e aplicar ao nosso trabalho.

Enquanto passávamos de palestra em palestra e entravamos em contato com pessoas da área, percebemos que existem vários termos que podem gerar confusão e ser desconhecidos para clientes e tradutores iniciantes, então pensamos que, antes de trazer conteúdos mais complexos e detalhados, poderíamos inserir e explicar algumas das palavras e siglas do jargão tradutório:

Tradução

– MT: Machine translation, ou tradução por máquina, é o nome dado ao processo no qual um software de memória ou de inteligência artificial faz a tradução de um texto numa certa língua para outra. Estes textos nem sempre contam com uma qualidade ideal e são revistos e corrigidos por tradutores e revisores, sendo esta apenas uma ferramenta que ajuda a acelerar o processo.

-MTPE: Machine translation post editing ou edição posterior de tradução por máquina. É o procedimento mencionado acima de revisar, editar e arrumar erros em traduções feitas por máquina. Para conhecer mais, você pode conferir o post sobre o trabalho que fazemos nessa área.

– CAT Tool: Computer Assisted Translation Tools (ou ferramentas de tradução assistida por computador) são todos os softwares e programas que podem ser utilizados para traduzir documentos. Eles geralmente fazem a conversão do formato do texto de maneira automática, organizam ele em trechinhos e o dividem na tela para que o tradutor possa trabalhar de maneira mais prática e organizada.

Interpretação

– Chuchotage: Outro nome para a tradução sussurrada ou cochicho. É uma modalidade de interpretação na qual não há cabine e o profissional faz a tradução no ouvido da pessoa que precisa, falando mais baixo.

– Handover: É o nome dado ao momento no qual um intérprete para de falar e passa a vez ao seu colega, que continuará a fala. Geralmente se dá por meio do desligamento do canal de voz de um e a subsequente abertura do outro.

– RSI: Remote Simultaneous Intepreting. É o nome dado à tradução simultânea feita remotamente, através do computador ou do telefone, em que o intérprete não está presente no mesmo local que os falantes. No nosso blog, você confere mais informações sobre este tipo de serviço.

– Prima vista: Modalidade de tradução em que o profissional traduz um texto escrito em voz alta, à medida que vai fazendo a leitura do mesmo.

Áreas correlatas

– TPIC: Tradutores públicos e intérpretes comerciais. São aqueles tradutores que possuem fé pública, isto é, que podem realizar a tradução de documentos e fazer com que eles ainda sejam válidos diante dos órgãos pertinentes. A famosa tradução juramentada. Para isso, o profissional precisa ser concursado.

– LQA: Language Quality Assurance, ou controle de qualidade linguístico, é uma das etapas finais de um processo de tradução, em que o texto já quase pronto é revisado por última vez para garantir com certeza de que não tenham ocorrido erros de tradução, digitação ou gramática. É fundamental na garantia de um bom produto final. Também já falamos sobre esse processo no nosso blog!

Agora que você conhece mais sobre os termos que nós e nossos pares utilizam, fica mais fácil saber qual tipo de serviço pode ser interessante ou ideal para você! Identificou a necessidade da sua empresa em algum deles? Entre em contato para saber mais!


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