A língua inglesa e sua importância

sexta-feira, novembro 22nd, 2019

Apesar de, na Vernaculum, sempre procurarmos promover e celebrar a diversidade entre as línguas, a importância global do inglês hoje em dia é inegável.

As estatísticas dizem que 1 em 4 pessoas do mundo falam inglês, e o Harvard Business Review diz que é a língua que mais rápido está se expandindo na história. De acordo com Unicode.org, falantes de inglês moram em países que totalizam quase 30% do PIB do mundo, um número que pode ser traduzido em poder.

Uma estratégia recorrente para empresas grandes (Nestlé, Aventis, SAP, Nokia, entre muitas outras) é adotar o inglês como língua padrão, tanto na comunicação entre todos aqueles que fazem a empresa funcionar (funcionários, diretores, fornecedores, etc.), seja em reuniões – presenciais, por telefone ou online -, troca de e-mails etc., quanto para se comunicar com seus clientes com o conteúdo empresarial – impresso e online – sendo feito principalmente em inglês.

Essas ações ajudam a evitar barreiras de comunicação que podem ser prejudicais (é só de pensar nas grandes empresas, com sedes em vários países, todos com uma língua nativa diferente, que fica claro porque essa estratégia faz sentido). Apesar dos óbvios desafios linguísticos (e ainda culturais, mas isso fica para outro post…), não é à toa que algumas das maiores empresas do mundo tenham implementado uma língua padrão (há exemplos também de aquisições entre duas empresas de países nos quais o inglês não é a língua nativa, que resolveram adotar inglês como principal idioma para se comunicar).

Além disso, cada vez mais, a comunicação entre a empresa e seus clientes está sendo feita em inglês. Uma empresa que quer expandir seu negócio para vários países ao mesmo tempo, muitas vezes vai preferir esse idioma em específico (mesmo que não seja a língua nativa de todos os países-alvo).

Tudo isso não quer dizer que devemos buscar um mundo em que inglês é o mais “importante”, nem que daqui a alguns anos a gente estará falando em outra língua que virou “padrão”, mas, para certas empresas e mercados, ignorar essa tendência pode ser a diferença entre ser entendido ou não.

 


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